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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Estudo revela:Crocodilo gigante perambulava junto com os dinossauros.
Postado por
TheAtshef |
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Um novo estudo relata que um crocodilo gigante, que possuía na fronte
uma placa saliente de pele espessa, viveu entre os dinossauros.
Os pesquisadores vêm chamando o réptil de Shieldcroc (do inglês: crocodilo-escudo). Ele viveu há aproximadamente 95 milhões de anos, durante o período cretáceo.
Um espécime parcial sugere que o crânio media 1,5 metros, afirmou Casey M. Holliday, paleontólogo da Universidade do Missouri que liderou o estudo.
"O corpo de um animal com uma cabeça grande assim deveria medir entre 7,6 e 10,6 metros", afirmou.
Os crocodilos atuais são muito menores, quase nunca ultrapassando os 6 metros.

Ilustração mostra como teria sido a aparência do crocodilo-escudo, há 95 milhões de anos
Sinais dos vasos sanguíneos no crânio fossilizado sugerem a presença de uma grande placa protetora na fronte do crocodilo.
"Era um ponto espesso do crânio, usado como sinalização para o sexo oposto ou contra os adversários", afirmou Holliday.
As descobertas realizadas por Holliday e Nick Gardner, estudante de graduação da Universidade Marshall, em Huntington, na Virgínia do Oeste, estão publicadas no periódico PLoS One.
O fóssil foi descoberto pela primeira vez no Marrocos, e em seguida vendido para o Museu Real de Ontário, em Toronto, onde o crânio será exibido este ano.
O Shieldcroc é o ancestral africano mais remoto do crocodilo moderno, afirmou Holliday.
Durante o período cretáceo havia muito mais espécies de crocodilos que nos dias de hoje, afirmou Holliday, complementando que a descoberta de espécies antigas pode ajudar a explicar a razão pela qual alguns deles foram extintos, enquanto outros sobreviveram.
"Estamos descobrindo que os crocodilos não moravam apenas na água, mas também habitavam em terra e que não apenas caçavam animais, mas também se alimentavam de plantas", afirmou Holliday. "Os crocodilos operavam todo um conjunto de nichos que eles não conhecem atualmente", afirmou.
Os pesquisadores vêm chamando o réptil de Shieldcroc (do inglês: crocodilo-escudo). Ele viveu há aproximadamente 95 milhões de anos, durante o período cretáceo.
Um espécime parcial sugere que o crânio media 1,5 metros, afirmou Casey M. Holliday, paleontólogo da Universidade do Missouri que liderou o estudo.
"O corpo de um animal com uma cabeça grande assim deveria medir entre 7,6 e 10,6 metros", afirmou.
Os crocodilos atuais são muito menores, quase nunca ultrapassando os 6 metros.
Ilustração mostra como teria sido a aparência do crocodilo-escudo, há 95 milhões de anos
Sinais dos vasos sanguíneos no crânio fossilizado sugerem a presença de uma grande placa protetora na fronte do crocodilo.
"Era um ponto espesso do crânio, usado como sinalização para o sexo oposto ou contra os adversários", afirmou Holliday.
As descobertas realizadas por Holliday e Nick Gardner, estudante de graduação da Universidade Marshall, em Huntington, na Virgínia do Oeste, estão publicadas no periódico PLoS One.
O fóssil foi descoberto pela primeira vez no Marrocos, e em seguida vendido para o Museu Real de Ontário, em Toronto, onde o crânio será exibido este ano.
O Shieldcroc é o ancestral africano mais remoto do crocodilo moderno, afirmou Holliday.
Durante o período cretáceo havia muito mais espécies de crocodilos que nos dias de hoje, afirmou Holliday, complementando que a descoberta de espécies antigas pode ajudar a explicar a razão pela qual alguns deles foram extintos, enquanto outros sobreviveram.
"Estamos descobrindo que os crocodilos não moravam apenas na água, mas também habitavam em terra e que não apenas caçavam animais, mas também se alimentavam de plantas", afirmou Holliday. "Os crocodilos operavam todo um conjunto de nichos que eles não conhecem atualmente", afirmou.
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