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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Dinossauro que viveu no RS é um dos 12 mais antigos do mundo!
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TheAtshef |
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Um grupo de cientistas gaúchos e paulistas anunciou, nesta quinta-feira, a descoberta de um dos dinossauros mais antigos da história em território gaúcho. Os fósseis, datados de 228 milhões de anos atrás, foram descobertos em 2004, no município de Agudo, na região Central do Rio Grande do Sul.
O material está entre os 12 mais antigos da Terra. A descoberta foi registrada em uma publicação científica alemã, lançada em 15 de novembro.
O dinossauro tinha 50 centímetros de altura, 1,2 metro de comprimento, pesava 15 quilos, tinha sangue quente e penas - o que é incomum entre répteis. Ele passa a ser chamado de Pampadromaeus barberenai (corredor dos Pampas).
O nome genérico refere-se às pradarias típicas do Rio Grande do Sul. O sufixo grego dromaeus se refere ao fato de ser uma espécie corredora. Já o nome barberenai é uma homenagem ao paleontólogo brasileiro Mario Costa Barberena, um dos fundadores do programa de pós-graduação em Paleontologia do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).
“Estes materiais fósseis ajudam os pesquisadores de todo o mundo a encontrarem respostas para a origem dos mamíferos, dos dinossauros e das aves”, explicou o pesquisador e doutor Sérgio Furtado Cabreira, responsável pela descoberta no município de Agudo. Segundo ele, trata-se de um acontecimento importante para a ciência brasileira. “Conseguimos estabelecer oficialmente mais um grupo de dinossauros”, acrescentou.
A equipe de paleontólogos se valeu de radiografias e tomografias computadorizadas de diversas estruturas para chegar em uma reconstrução mais próxima possível do Pampadromaeus. “Esta espécie representa um dos membros mais antigos da linhagem do grupo de dinossauros com pescoço longo, característica típica dos herbívoros, mas além de plantas, o corredor dos Pampas se alimentava de pequenos animais, insetos e compartilhava características de bípedes carnívoros famosos, como o Tiranossauro rex, que existiram 75 milhões de anos atrás”, explicou.
A pesquisadora Marina Bento Soares, da Ufrgs, salientou outro aspecto do dinossauro gaúcho. A presença de penas. “Somente depois de descobertas na China que se percebeu que as penas tinham origem no isolamento térmico e não com o voo”, frisou. Lembrou que Pampadromaeus, pelo porte, era um animal ágil, de atividade intensa mesmo em clima frio. “Por isso a decisão de fazer a réplica com penas”, comentou Marina.
O município de Agudo já se tornou conhecido por concentrar um número expressivo de fósseis de até 200 milhões de anos atrás. A importância é tamanha que levou à criação da “Rota Paleontológica”, incluindo as cidades de Faxinal do Soturno, Dona Francisca e São João do Polêsine. Nesses municípios, já foram encontrados fósseis de répteis, dicinodontes, cinodontes, pronto-mamíferos e dinossauros ancestrais.
A extinção dos dinossauros.
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TheAtshef |
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Como ocorreu a extinção dos dinossauros?
A extinção dos dinossauros, e principalmente as causas que os levaram a esse fim, motivam e aguçam a curiosidade de centenas de cientistas no mundo, que elaboram diversas teorias com o objetivo de explicar o trágico destino dos grandes répteis. Algumas teorias recebem uma boa aceitação no meio científico outras são praticamente descartáveis.
A teoria mais aceita para designar a extinção dos dinossauros está relacionada à queda de um meteorito de 6 a 14 km que atingiu o planeta Terra, mais precisamente na Península de Yucatán, México, o impacto abriu uma cratera de 180 km, além de mais duas secundárias que a envolvia com 240 e 300 km de diâmetro.
De acordo com alguns estudos, a extinção desses grandes répteis e de outras formas de vida aconteceu há aproximadamente 65 milhões de anos. O impacto provocado pela queda do meteorito moveu o eixo do planeta, além de provocar uma imensa nuvem de poeira que impediu a entrada de luz na atmosfera e automaticamente na superfície terrestre.
Os dinossauros compunham uma fauna formada tanto por animais herbívoros quanto carnívoros, consistia em animais de grande porte que pesavam até 100 toneladas, por isso requeriam uma grande quantidade de alimentos. Como não havia luz solar para realizar o processo de fotossíntese nos vegetais, que serviam de alimentos para os herbívoros, houve a quebra da cadeia alimentar. As plantas ficaram comprometidas e morreram, com isso os herbívoros não tinham alimento e tiveram o mesmo destino das plantas, o que resultou no fim dos carnívoros que se alimentavam de herbívoros.
Até agora,nenhum cientista aprovou se aconteceu isto mesmo,mas provavelmente,eu acho que o caso seria esse.
A extinção dos dinossauros, e principalmente as causas que os levaram a esse fim, motivam e aguçam a curiosidade de centenas de cientistas no mundo, que elaboram diversas teorias com o objetivo de explicar o trágico destino dos grandes répteis. Algumas teorias recebem uma boa aceitação no meio científico outras são praticamente descartáveis.
A teoria mais aceita para designar a extinção dos dinossauros está relacionada à queda de um meteorito de 6 a 14 km que atingiu o planeta Terra, mais precisamente na Península de Yucatán, México, o impacto abriu uma cratera de 180 km, além de mais duas secundárias que a envolvia com 240 e 300 km de diâmetro.
De acordo com alguns estudos, a extinção desses grandes répteis e de outras formas de vida aconteceu há aproximadamente 65 milhões de anos. O impacto provocado pela queda do meteorito moveu o eixo do planeta, além de provocar uma imensa nuvem de poeira que impediu a entrada de luz na atmosfera e automaticamente na superfície terrestre.
Os dinossauros compunham uma fauna formada tanto por animais herbívoros quanto carnívoros, consistia em animais de grande porte que pesavam até 100 toneladas, por isso requeriam uma grande quantidade de alimentos. Como não havia luz solar para realizar o processo de fotossíntese nos vegetais, que serviam de alimentos para os herbívoros, houve a quebra da cadeia alimentar. As plantas ficaram comprometidas e morreram, com isso os herbívoros não tinham alimento e tiveram o mesmo destino das plantas, o que resultou no fim dos carnívoros que se alimentavam de herbívoros.
Até agora,nenhum cientista aprovou se aconteceu isto mesmo,mas provavelmente,eu acho que o caso seria esse.
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